Casos de imprudência têm registrado riscos de vida em Cataratas do Iguaçu. No último sábado (6), um turista brasileiro pulou no rio para recuperar um celular caído, no lado brasileiro, em Foz do Iguaçu, Paraná. As administrações brasileiras e argentinas do Parque Nacional do Iguaçu reforçam a proibição de ultrapassar grades de segurança.
O ponto turístico, considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo, registra flagrantes de visitantes que colocam a vida em risco. Além do incidente recente, houve outros casos de risco em 2026. Em janeiro, no mirante da Garganta do Diabo, lado argentino, um turista se arriscou para pegar um chapéu, pulando as grades de proteção e caminhando pela borda do abismo, que possui cerca de 80 metros de altura.
Um mês depois, em janeiro, outro incidente ocorreu no mesmo local. Visitantes registraram um homem erguendo um bebê no ar, por cima das grades de segurança, enquanto uma mulher fotografava a ação, a poucos metros da queda d’água. Em fevereiro, outro caso de risco foi registrado com a criança.
As administrações do Parque Nacional do Iguaçu afirmam que é proibido ultrapassar, subir ou sentar nos guarda-corpos e grades de proteção, seja para fotos ou recuperação de objetos. A concessionária Iguazú Argentina S.A. informou que, no lado argentino, o desrespeito às regras pode resultar em multas e proibição de acesso a outros parques nacionais argentinos.


