Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Advogado propõe nova visão sobre legado familiar
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Advogado propõe nova visão sobre legado familiar

Carla Fernandes
Última atualização: 18 de julho de 2026 04:00
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um advogado especialista em planejamento sucessório defende que a recusa de herdeiros em assumir empresas familiares não indica fracasso, mas aponta para a necessidade de uma nova estrutura de gestão. A sugestão visa blindar o patrimônio contra disputas e garantir a continuidade do negócio.

Rodrigo Gonçalves Pimentel, advogado com atuação em planejamento sucessório e proteção patrimonial, afirma que a culpa não deve ser o foco das conversas familiares. Segundo o especialista, a falha ocorre na ausência de uma estrutura que permita aos herdeiros usufruir do patrimônio sem a obrigação de trabalhar diretamente no negócio. Ele propõe que o conceito de legado seja redefinido.

Para o advogado, legado não deve ser sinônimo de obrigar os herdeiros a assumir a cadeira do fundador. A meta é garantir que o patrimônio continue gerando riqueza para a família, independentemente de quem o administre. Essa mudança separa o direito de receber do dever de trabalhar, permitindo que um filho, por exemplo, continue na área médica, mas mantenha participação societária e voto estratégico.

Pimentel alerta que o risco maior reside no herdeiro despreparado que assume o comando por pressão. Ele compara a gestão a qualquer contratação de mercado, exigindo avaliação de competência, metas claras e prazos definidos. Adiar essa organização gera custos altos, como impostos de transmissão e desgaste familiar, visto que em 2022, menos de 2,5% das sucessões no país possuíam instrução formal.

TAGGED:conflito familiardireito-empresarialgestão empresariallegado-familiarpatrimônioplanejamento-sucessorio
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Bancos Itaú e Bradesco leiloam imóveis com descontos de até 89%
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?