Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Análises indicam que Ormuz perde relevância estratégica
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Análises indicam que Ormuz perde relevância estratégica

Carla Fernandes
Última atualização: 8 de julho de 2026 23:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Análises de especialistas apontam que a força estratégica do Estreito de Ormuz pode diminuir no longo prazo. A busca por rotas alternativas, como oleodutos sauditas e rotas terrestres, sinaliza uma mudança na dinâmica do mercado global de petróleo.

O professor de Relações Internacionais, Roberto Uebel, analisou os desdobramentos desse cenário para o mercado de petróleo. Ele afirmou que há um sinal claro de que Ormuz talvez não seja mais tão estratégico para nações europeias e China. Consultorias do setor projetam a precificação de risco para além de 2026, estendendo-se por todo o ano de 2027, além de apontar o impacto do encarecimento dos seguros marítimos na região.

O mercado já busca alternativas, como a construção de novos oleodutos em território saudita e rotas terrestres mais longas passando pela Turquia. O especialista pontuou que o Irã deve usar o componente político do conflito para desestabilizar o Oriente Médio, com efeitos calculados sobre os mercados americanos. Para o Brasil, uma restrição à navegação no estreito geraria pressão inflacionária sobre a cadeia produtiva e de distribuição.

Uebel alertou que a questão da inflação externa será utilizada por candidatos na eleição de outubro. Ele destacou o interesse da China no livre fluxo do estreito, pois isso impacta diretamente o crescimento econômico chinês. Na disputa regional, Arábia Saudita, Irã, Turquia e Israel já estão envolvidos.

TAGGED:comércio globalEstreito de OrmuzInflaçãoorientemedioPetroleirorotas alternativas
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Senador pede observadores estrangeiros citando dados falsos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?