Advogados da atriz solicitaram mais de US$ 8 milhões em honorários advocatícios e custos relacionados após um processo por difamação movido por um diretor. A ação judicial faz parte da disputa sobre o filme “É assim que acaba” e as alegações de assédio sexual feitas pela atriz.
O pedido de indenização, feito nesta terça-feira (30), abrange custos desde janeiro de 2025 até junho de 2025, período em que o processo de difamação foi instaurado e arquivado. Os advogados classificaram a ação como um “grave abuso do sistema jurídico”, alegando que o objetivo era retaliar a atriz, rotulando-a falsamente de mentirosa.
A disputa legal teve início após a atriz divulgar alegações de assédio sexual durante as filmagens. Embora um juiz federal de Manhattan tenha rejeitado o processo de difamação movido pelo diretor no ano passado, considerando o relato da atriz protegido por lei, ele concedeu o reembolso dos honorários para a defesa neste mês.
A decisão judicial é uma das primeiras aplicações de lei da Califórnia, aprovada em 2023, que visa impedir o uso de processos por difamação para intimidar denunciantes de assédio ou agressão sexual. Os representantes do diretor afirmaram que os honorários deveriam ser um valor simbólico, mas a atriz busca compensação em um processo separado.

