O governo alterou a regra do Cadastro Único (CadÚnico) e dispensa a entrevista domiciliar para famílias unipessoais. A mudança, divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), permite que a ausência do procedimento não impeça a inscrição ou a manutenção de benefícios como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
As novas diretrizes, válidas até julho de 2027, simplificam o processo para famílias de uma só pessoa. Segundo o MDS, a falta da entrevista não afetará a atualização cadastral ou a continuidade dos auxílios sociais para esse perfil familiar.
O ministério esclareceu que a entrevista domiciliar permanece obrigatória para o ingresso no programa Bolsa Família e para famílias que apresentem indícios de irregularidade cadastral. O CadÚnico, instituído em 2001, serve como porta de entrada para programas sociais federais, estaduais e municipais.
Após julho de 2027, a entrevista domiciliar voltará a ser obrigatória, salvo exceções regulamentadas pelo MDS. O cadastro também é exigido para pessoas afetadas por desastres naturais, visando o acesso a fundos de emergência.

