A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) perdeu até US$ 35 milhões em bonificações com a eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A equipe foi derrotada pela Noruega por 2 a 1, estagnando na faixa de premiação intermediária da FIFA.
O desempenho esportivo garantiu à confederação um repasse bruto de US$ 25,5 milhões, somando US$ 15 milhões pelo desempenho e US$ 10,5 milhões em taxas de preparação e participação. A eliminação precoce marca a primeira vez desde 1990 que o Brasil não avança para as quartas de final.
O impacto financeiro foi imediato. Caso a equipe comandada por Carlo Ancelotti tivesse superado a seleção norueguesa, o prêmio de performance subiria para US$ 19 milhões, o que representaria um acréscimo de pelo menos US$ 4 milhões aos cofres da CBF. Além disso, a entidade arcará com penalidades disciplinares. Os jogadores brasileiros acumularam oito cartões amarelos, gerando uma multa de cerca de R$ 517 mil.
A edição da Copa de 2026, sediada por Estados Unidos, Canadá e México, estabeleceu um novo recorde financeiro, distribuindo US$ 727 milhões entre as 48 equipes. O prêmio para equipes eliminadas nas oitavas de final, como o Brasil, foi de US$ 15 milhões pelo desempenho esportivo. O revés obriga a confederação a recalcular sua rota técnica e financeira visando o Mundial de 2030.

