Uma mulher de 38 anos foi acusada formalmente de homicídio qualificado nesta sexta-feira (4) por matar o filho de dois anos em Frankfort, no estado de Illinois. A criança foi encontrada morta por asfixia nas vigas do porão da residência da família na última terça-feira (1º), segundo autoridades do condado de Will.
Corie Walsh confessou aos investigadores que matou o filho porque ele seria “o Anticristo” e “um demônio”. A vítima foi localizada por uma vizinha por volta das 16h de terça-feira. A mulher acionou a polícia e os serviços de emergência, mas a criança já estava sem pulso e com o corpo frio.
A mãe também foi socorrida após tentar se ferir. Ela foi encontrada por uma vizinha dentro da banheira da suíte, vestida e imersa em água com sangue. A testemunha retirou uma faca da mão de Walsh e fez compressas em sua perna esquerda. Os ferimentos nos punhos e coxas da mulher não foram considerados graves.
Outro bebê e duas crianças em idade escolar estavam na casa no momento do crime, mas não sofreram ferimentos. O marido de Walsh viajava e retornou à residência na noite de terça-feira. A autópsia realizada na quarta-feira confirmou que a causa da morte do menino foi asfixia.
Investigações indicam que a acusada estava fascinada pelo caso de Lindsay Clancy, enfermeira que matou três filhos. Mensagens no celular de Walsh mostram que ela discutia o processo de Clancy com amigos cerca de três horas e meia antes de o corpo do filho ser encontrado.
A promotoria apresentou três acusações de homicídio baseadas na lei local: premeditação do estrangulamento, consciência de que a ação resultaria em morte e a probabilidade de que as atitudes provocariam o óbito. Após a alta médica, Walsh será transferida para o Centro de Detenção Adulto do Condado de Will.


