A Copa do Mundo de 48 seleções terminou após 39 dias e 104 jogos, apresentando sucessos como a disputa acirrada por artilharia e a participação de novos países. Contudo, o torneio também registrou polêmicas ligadas à política imigratória americana e à gestão da Fifa.
A expansão do torneio trouxe boas histórias, com a participação inédita de Cabo Verde e Curaçao, além do retorno da RD Congo. A disputa pela artilharia foi acirrada, com Kylian Mbappé somando 10 gols e Messi registrando 8. Além disso, as quatro primeiras colocadas no ranking da Fifa alcançaram as semifinais, confirmando o favoritismo das seleções.
O México sediou o evento, e o clima das partidas no país foi elogiado por jogadores e torcedores estrangeiros. A cerimônia de entrada das seleções também foi considerada uma novidade estética. No entanto, o torneio enfrentou problemas, como a pausa para hidratação, que dividiu os jogos em quatro tempos e foi criticada por técnicos e jogadores.
As polêmicas políticas incluíram o caso de um atacante dos Estados Unidos, cuja expulsão expôs a relação entre Donald Trump e Gianni Infantino. As leis anti-imigração americanas também prejudicaram a participação do Irã. Adicionalmente, o silêncio de Infantino durante a competição foi apontado como sinal de uma Fifa pouco transparente.

