A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro comunicou ao Supremo Tribunal Federal que uma espingarda, que não foi localizada no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, encontra-se no Rio Grande do Sul. A arma, um presente, estaria sob guarda de uma empresa importadora de artigos bélicos em Caxias do Sul.
Segundo os advogados, a espingarda, modelo Maestro Armas Company, calibre 12, nunca foi encaminhada ao Exército. A defesa sugeriu que o ministro Alexandre de Moraes oficie a empresa para confirmar a custódia do item e organizar sua apresentação à Polícia Federal.
De um total de dez armas registradas em nome do ex-chefe do Executivo, a defesa detalhou o paradeiro das peças. O ex-presidente alegou que oito armas estavam sob guarda do Exército, enquanto duas já haviam sido entregues à Polícia Federal em 2023, em cumprimento a decisão do Tribunal de Contas da União.
As armas mencionadas incluem pistolas Forjas Taurus .380 e .40, carabina Springfield Armory, e outras que já foram entregues à PF. A espingarda Maestro Arms Company é a peça cujo paradeiro foi atualizado para a importadora no RS.

