Um deputado estadual criticou o uso de recursos públicos em universidades federais, citando o financiamento de estudos ideológicos e a baixa qualidade do material didático no país. Segundo o parlamentar, a gestão dos recursos educacionais é o principal problema brasileiro.
O deputado afirmou que a perda de foco em conteúdos científicos compromete a credibilidade das universidades federais. Ele mencionou o caso de um professor da Universidade Federal do Espírito Santo, que receberá verba para estudar “cristofascismo bolsonarista” em Lisboa por três meses, o que, segundo ele, foge à razoabilidade acadêmica.
O parlamentar também trouxe dados sobre o ensino básico, citando um estudo da USP que revelou que apenas 4% do material didático autorizado e distribuído no Brasil possui conteúdo cientificamente comprovado. Ele declarou que 96% do conteúdo ensinado às crianças seria “chutometria” de professores que utilizam a credibilidade acadêmica para doutrinar.
Victorino concluiu que o problema da educação nacional não é a falta de verba, mas sim a gestão. Ele defendeu a necessidade de uma mudança radical na formação de mestres e na destinação dos recursos públicos para retomar a essência do ensino.

