Investidores buscam alternativas mais econômicas aos ETFs de covered call, como o Global X S&P 500 Covered Call ETF (XYLD), que cobra 0,60% anualmente. Fundos como o JPMorgan Equity Premium Income ETF (JEPI) oferecem exposição similar com taxa de 0,35%, além de gestão ativa.
Os ETFs de covered call geram renda com o prêmio obtido na venda de calls sobre carteiras de ações. O custo de gestão impacta diretamente as distribuições. O XYLD segue um modelo mecânico, rastreando o Cboe S&P 500 BuyWrite Index, com custos de 0,60% ao ano. Este fundo possui rendimento nominal próximo a 10,3% e distribuição mensal entre US$ 0,29 e US$ 0,40 nos últimos dois anos.
Em contraste, o JEPI opera de forma ativa, utilizando notas vinculadas a ações para gerar prêmio. Sua taxa de despesa é de 0,35%, cerca de 25 pontos-base menor que a do XYLD. O JEPI possui distribuição total de 12 meses de US$ 4,57 por ação, oferecendo ao investidor controle sobre a venda de alta, diferentemente do processo automatizado do XYLD.
Outras opções incluem o Global X Nasdaq 100 Covered Call ETF (QYLD), que gera rendimentos maiores ao focar em tecnologia volátil, e o Amplify CWP Enhanced Dividend Income ETF (DIVO), que busca complementar o crescimento de ações com renda. A escolha depende do perfil: quem prioriza o cheque mensal do S&P 500 aceita o custo do XYLD; quem busca flexibilidade e menor taxa opta pelo JEPI.

