O benefício médio do Seguro Social nos Estados Unidos é de US$ 2.082 mensais, mas o aumento do custo de vida, refletido pelo Índice de Preços ao Consumidor, exige estratégias de investimento complementares. Diante desse cenário, quatro ETFs foram destacados para auxiliar na geração de renda e proteção contra a inflação.
O custo de vida dos domicílios americanos, que gastaram US$ 78.535 em 2024, cresceu em relação ao benefício médio. O Índice de Preços ao Consumidor subiu de 322.169 em julho de 2025 para 332.568 em junho de 2026, enquanto o ajuste de custo de vida do benefício foi de 2,8% em 2026. Para cobrir o déficit, os especialistas apontam quatro fundos: NEOS S&P 500 High Income ETF (SPYI), iShares Core High Dividend ETF (HDV), Global X U.S. Preferred ETF (PFFD) e WisdomTree U.S. Quality Dividend Growth Fund (DGRW).
O SPYI gera renda mensal ao aplicar uma estratégia de opções de compra sobre o S&P 500, com distribuição de US$ 0,53 por ação em julho de 2026. O HDV foca em ações maduras e geradoras de caixa, com setores como energia e saúde dominando o portfólio. Já o PFFD investe em ações preferenciais, que oferecem distribuição fixa, mas com menor potencial de crescimento.
O DGRW é apresentado como a resposta à inflação, pois seleciona empresas com base em retorno sobre patrimônio e crescimento de dividendos. A combinação desses quatro fundos visa suprir as necessidades de fluxo de caixa mensal, dividendos defensivos, renda fixa e crescimento de longo prazo, algo que o benefício do Seguro Social não cobre.

