Um ex-porta-voz do policiamento e pedagogo foi confrontado por denunciantes após alegações de abuso sexual contra uma aluna de 13 anos. O profissional, que também lecionava em escola básica, foi demitido e o caso está sob investigação policial.
A aluna relatou que os abusos começaram durante os treinos de caratê, que o professor ensinava. Segundo o depoimento, o pedagogo realizava toques inadequados em cada treino. A estudante disse que o comportamento do professor ainda é um tema sensível para ela.
A denúncia indica que, em momentos de pressão escolar, a aluna era levada ao gabinete do professor com a promessa de melhorar notas. Um autor de projeto de apoio a crianças afirmou que, quando havia reclamações, o problema era jogado sobre a criança.
O pedagogo foi desligado da escola após o escândalo. A polícia investiga o caso. Autoridades públicas em exercício de função, como o porta-voz, podem ser nomeadas, mas o foco da investigação é o abuso ocorrido na instituição de ensino.

