A discussão sobre o aumento de participantes da Copa do Mundo remonta a 1974, quando a FIFA cogitava expandir o torneio de 16 para 24 seleções. Na época, o presidente da entidade, Stanley Rous, propôs mudanças nos estatutos para aumentar a representatividade de África e Ásia.
A ampliação do número de equipes sempre esteve em debate na organização do futebol. Após o tricampeonato brasileiro em 1970, a discussão ganhou força. Naquele ano, a imprensa noticiou que a Copa de 1974, a ser realizada na Alemanha Ocidental, teria 24 finalistas, em vez de 16.
Stanley Rous, presidente da FIFA, declarou que a intenção era transformar o evento em um “campeonato mundial de fato”. O Comitê Executivo da FIFA estudaria o fim do sistema de classificação vigente, propondo que as Copas das Nações e campeonatos continentais definissem os participantes.
Apesar dos planos de Rous, o aumento para 24 seleções só foi concretizado na Copa de 1982, na Espanha, quando João Havelange assumiu a presidência da entidade. O mundial de 1974 foi o último sob a direção de Rous antes da revolução na Federação.

