O governo federal realizará mais quatro leilões de rodovias até o final de 2026, conforme declarou o diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, nesta quinta-feira (23). Sampaio, após o leilão da Autopista Régis Bittencourt, informou que não haverá mais certames de vias em Minas Gerais, mas indicou que a Bahia terá uma oferta.
O diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, participou de um discurso após a disputa da Autopista Régis Bittencourt e pediu que as empresas voltassem a concorrer em licitações rodoviárias do governo. Ele afirmou que “Esse ano ainda temos mais 4 leilões”. O secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil, Marcus Cavalcante, complementou que pelo menos um dos leilões deve ocorrer na Bahia, citando a Rota 2 de Julho (BR-116/324/BA) como um projeto avançado.
Apesar da projeção de quatro novos leilões, o resultado ficará abaixo da meta de 13 certames divulgada anteriormente pelo Ministério dos Transportes. A otimização do contrato da Régis Bittencourt, vencida pelo Grupo EPR, é o terceiro ativo do governo a ir ao mercado em 2026. Para atingir a meta original, o governo precisará ofertar mais dez rodovias até dezembro.
Até o momento, apenas a disputa do novo contrato da BR-163, trecho entre Mato Grosso e Pará, tem data marcada, prevista para 12 de novembro. A carteira de projetos de 2026 inclui também a Rota do Pequi (BR-060/DF-GO), a Rota Portuária do Sul (BR-116/392/RS) e a Rota Vale do Café (BR-393/RJ).

