O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu o torneio em uma carta publicada nas redes sociais. Ele acusou críticos de espalhar ódio e afirmou que o futebol deve ser um ponto de encontro entre povos, resumindo sua posição em: “Futebol não é política, é união.”
A manifestação ocorreu após a Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, e foi motivada por questionamentos sobre a organização da competição. Infantino disse que os opositores focaram em atacar a entidade, ignorando o impacto do evento para milhões de torcedores. Ele pediu desculpas aos que perderam a alegria e a união proporcionadas pelo esporte.
O dirigente endureceu o tom ao afirmar que parte das críticas se baseou em informações falsas. Ele declarou que, enquanto os críticos espalham rumores, a Fifa trabalha na organização do evento. Infantino também usou a participação de seleções de países em conflito para reforçar que o esporte ultrapassa barreiras diplomáticas.
Em relação a questões logísticas, o presidente da Fifa citou o caso do Irã, que entrou nos Estados Unidos sem incidentes, para defender que o futebol promove a paz. Sobre decisões disciplinares, ele fez referência a punições controversas, argumentando que tais situações fazem parte do futebol e que a entidade atua em um cenário complexo.

