Uma influenciadora canadense, de 49 anos, morreu em 25 de julho após realizar um procedimento de morte assistida no Canadá. O diagnóstico era de Alzheimer de início precoce, doença que ela vinha compartilhando publicamente nas redes sociais.
A criadora de conteúdo divulgou a morte em seu perfil oficial no TikTok, informando que ela ocorreu por volta das 13h15, cercada por familiares. Antes do diagnóstico, a influenciadora acreditava que os episódios de esquecimento estavam ligados ao Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
A condição de Alzheimer precoce, que afeta cerca de 5% a 10% dos casos, pode apresentar sintomas além da perda de memória, como alterações na linguagem e no comportamento. A influenciadora decidiu antecipar o procedimento, inicialmente planejado para agosto, devido ao agravamento rápido dos sintomas.
No Canadá, a morte assistida é um procedimento regulamentado por critérios médicos e legais. No Brasil, a legislação proíbe tanto a eutanásia quanto a morte assistida. Especialistas recomendam que pessoas com sintomas persistentes procurem avaliação de neurologistas para investigação adequada.

