Um técnico de laboratório de 28 anos, atuante em indústria farmacêutica, defende o direito à licença médica, afirmando que a saúde deve vir antes das obrigações laborais. O jovem, de Madri, expressou que a empresa não é sua prioridade e que o esforço não garante reconhecimento.
O profissional declarou que, segundo sua opinião e a de seus amigos, se for necessário se afastar por questões de saúde, isso deve ser feito. Ele comentou que a empresa não representa sua vida e que, por mais que trabalhem, o reconhecimento não será garantido.
O jovem acrescentou que, assim como para a empresa ele é apenas um número, para ele também é. Ele se posicionou contra o fraude em licenças e contra a prática de ‘dar tempo à empresa’, defendendo o respeito aos direitos trabalhistas.

