Uma juíza arquivou a queixa que investigava a filtragem de dados pessoais de dois jornalistas por um chefe de gabinete da presidente da Comunidade de Madrid. A decisão, proferida em 30 de junho, concluiu que não há provas de que o assessor obteve irregularmente as informações.
A magistrada determinou o arquivamento do caso após analisar a denúncia. Segundo o auto, não existem evidências de que o chefe de gabinete tenha obtido, de forma irregular, imagens e nomes dos dois repórteres. A obtenção irregular referia-se ao uso do equipamento de segurança da presidente.
Os jornalistas investigavam, no ano de 2024, possíveis irregularidades urbanísticas nas proximidades da residência da presidente e sua parceira. Eles foram identificados pelos policiais responsáveis pela escolta da líder regional.
A juíza afirmou ainda que não reconhece dados “reservados” ou “pessoais” na informação que foi divulgada pelo chefe de gabinete.

