O Lago Azul, localizado em uma propriedade rural de Niquelândia, Goiás, é uma dolina inundada cuja profundidade permanece desconhecida. O secretário municipal de Turismo, Reneval Vaz, explica que tentativas de medição não alcançaram o fundo, e o acesso é restrito por riscos de segurança.
Reneval Vaz, secretário municipal de Turismo, afirmou que o lago é uma dolina, resultado do colapso de uma rocha calcária há milhares de anos. Segundo ele, medições anteriores chegaram a 710 metros, mas a determinação do fundo é impossível, pois o peso da linha pode causar dobramento, simulando maior profundidade.
Para mapear o relevo real do fundo, Vaz declarou que seria necessário um levantamento específico utilizando sonar em um bote inflável. Mergulhadores acreditam que a área visível seja apenas uma abertura de uma estrutura muito maior, como um funil invertido.
Apesar de sua água cristalina e entorno preservado, o lago não recebe visitação. O proprietário não autoriza a entrada por receio de responsabilidade em caso de acidentes. Vaz reforçou o perigo, explicando que não há entrada gradual, sendo comparado a cair em uma cisterna.
O potencial turístico do local exige investimentos elevados em segurança e estrutura. A prefeitura não iniciou estudos para o atrativo, visto que a área é privada, e o secretário concluiu que o local é adequado apenas para contemplação.

