ONGs denunciam que mais de 3.300 pessoas, incluindo menores, foram condenadas a longas penas de prisão em Itália. O mecanismo legal polêmico, exposto por um livro, acusa os indivíduos de favorecer a imigração ilegal no Mediterrâneo.
A denúncia, feita por organizações não governamentais, aponta que as pessoas foram condenadas a penas severas, chegando a 30 anos de reclusão. A acusação se baseia no fato de os indivíduos terem pilotado as pateras ou terem responsabilidade a bordo.
Segundo o material, os condenados foram acusados de favorecer a imigração ilegal no Mediterrâneo. Isso ocorreu porque lhes coube conduzir a embarcação, muitas vezes por serem os únicos com conhecimento para tal ou por parecerem ter alguma responsabilidade na viagem.

