Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a sessão de 15 de julho com baixa de 0,23%, atingindo 177.920 pontos. Enquanto isso, bolsas americanas avançaram impulsionadas por ações de tecnologia. No Brasil, o índice futuro segue em disputa de direção, com analistas focando em níveis de suporte e resistência.
No gráfico de 15 minutos, o mini-índice demonstrou um movimento corretivo, mas o fechamento foi negativo, sinalizando disputa de direção no mercado. Para que o fluxo vendedor ganhe força, é crucial a perda da faixa de 177.610/177.300 pontos. Se esse suporte for rompido, o índice pode acelerar quedas em direção a 176.990/176.515 pontos, com alvo mais amplo na região de 175.900/175.490 pontos.
A retomada da recuperação, por outro lado, depende da superação da resistência em 178.080/178.660 pontos. Caso esse rompimento ocorra com aumento de volume, há espaço para avanço até 178.970/179.220 pontos, visando a faixa de 179.495/180.245 pontos. No gráfico diário, o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mas enfrenta a média de 200 períodos como barreira para alta consistente.
Em outra análise, no gráfico de 60 minutos, o mini-índice consolidou-se entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. O movimento comprador ganha força com o rompimento da resistência em 179.220/180.670 pontos, podendo buscar 181.515/183.215 pontos. A continuidade da correção exige a perda do suporte em 176.990/175.490 pontos, projetando quedas até 174.115/172.430 pontos.

