A luta humana contra mosquitos, que transmitem doenças, enfrenta um novo desafio: a resistência dos insetos aos inseticidas. Embora em 2015 tenha havido um mínimo histórico de casos de malária, os números se mantiveram estáveis, agravados pela evolução dos vetores.
A eficácia dos inseticidas, utilizados desde a década de 1970 para o controle de mosquitos, tem diminuído. Os insetos estão evoluindo para evitar esses produtos químicos, conforme explicam dois estudos recentes.
Além da resistência, o aquecimento climático também contribui para a situação. Ele tem levado mosquitos transmissores a regiões onde antes não eram encontrados, alterando o cenário de saúde pública.
Apesar do avanço registrado em 2015, quando os casos de malária atingiram o mínimo histórico, a estabilidade das cifras atuais indica que a resistência e a mudança climática são fatores críticos no controle do vetor.

