Uma mulher de 27 anos salvou uma jovem de cerca de 20 anos de um ato de suicídio em uma estação de trem na Dinamarca, em agosto de 2016. A intervenção ocorreu quando a mulher percebeu sinais de desespero na jovem, que tentava saltar nos trilhos.
A mulher observou a jovem, que caminhava de forma errática e com os braços ensanguentados, enquanto aguardava o trem. A protagonista notou a situação, pois ninguém mais percebeu o estado da jovem. Ela correu e impediu que a moça pulasse nos trilhos, agarrando-a pela camiseta e jogando-a no chão.
Segundo o relato, a jovem tentava suicídio há horas. A mulher afirmou que, embora tenha impedido o ato naquele dia, não sabe se a jovem sobreviveu. Em sua narrativa, não há sentimento de orgulho pelo resgate.
A mulher explicou que sua ação não foi motivada por um desejo de salvar a vida da jovem, mas sim pelo receio de presenciar o ato. Ela comentou: “Não fiz isso pela garota. Fiz porque não queria ver a carnificina”. A protagonista questionou a importância que se dá à motivação das ações, mesmo quando o resultado é positivo.

