Uma família enfrentou barreiras de acessibilidade em um museu ao tentar inscrever seu filho, de seis anos, com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em um workshop infantil. A instituição recusou a participação, alegando falta de monitoramento adequado para o grupo.
A mãe da criança procurou o museu para saber se o filho poderia participar da atividade. Ela explicou que o menino necessitava de algum apoio específico. No entanto, a resposta recebida foi que havia apenas um monitor disponível para o grande número de crianças e que o atendimento não seria adequado.
A responsável tentou negociar, propondo acompanhar o filho durante a atividade, mas a sugestão não foi aceita. Segundo a mãe, a falta de facilitação é comum em diversos espaços infantis.
A mãe declarou que, se fosse permitido o acesso, ela forneceria o suporte necessário, afirmando: “Se a mim me deixam entrar, já tem esse apoio. Eu não pedia nada mais. Mas muitos espaços infantis não estão adaptados e, ao final, te quedas fora”.

