George Orwell utiliza ‘A Revolução dos Bichos’ para satirizar o poder e sua tendência a corromper os princípios que o sustentam. A obra mostra uma sociedade que prega a igualdade, mas onde os líderes criam uma exceção para si.
No livro, os indivíduos que alcançam o topo encontram um método para contornar a igualdade sem contradizê-la diretamente. O texto encerra com o decreto: “todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais do que os outros”.
Orwell escreveu sobre uma revolução fictícia. No contexto brasileiro atual, a obra é lida como uma crônica social, analisando a dinâmica de poder.

