A Polícia Civil do Amapá negou a ocorrência de erro na prisão de uma estudante investigada por suposta participação em organização criminosa de estelionato. A corporação afirmou que a detenção, ocorrida em 2 de julho, foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada, conforme mandados judiciais.
A nota oficial da Polícia Civil do Amapá reforçou que não houve troca de nomes ou equívoco de identificação no procedimento. Segundo a corporação, as medidas cautelares foram adotadas com base em elementos analisados pelos órgãos responsáveis pela persecução penal e sob controle judicial. A instituição reiterou que questionamentos devem ser apresentados nos autos perante as autoridades competentes.
A situação surgiu após a defesa da investigada alegar que houve confusão de identidade com outra mulher. O delegado responsável pelas investigações negou veementemente as declarações atribuídas a ele pela defesa, esclarecendo que apenas discutiu com o advogado a possibilidade de substituir a prisão preventiva por outra medida cautelar caso a investigada colabore.
A estudante, que estuda pós-graduação em Direito, está detida na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia. O defensor alegou que a confusão se deu por similaridade de nomes e contatos de WhatsApp, mas a polícia sustenta a validade da investigação.

