O primeiro-ministro criticou o presidente por vetar a lei de responsabilidade orçamentária e o rotulou como ‘líder da oposição’. O líder do governo afirmou que o presidente cumpriu ameaças anteriores e passou a dificultar o trabalho do executivo.
O primeiro-ministro defendeu a novela da lei, alegando que sem ela a elaboração do orçamento estatal seria praticamente impossível. Segundo o líder do governo, a lei é necessária para um planejamento orçamentário responsável. A ministra das finanças, Alena Schillerová (ANO), declarou que a novela apoia a economia, pois visa permitir investimentos estratégicos para impulsionar o crescimento econômico.
O presidente justificou o veto em comunicado divulgado em suas páginas. Ele declarou que a lei altera fundamentalmente a gestão do dinheiro público e ameaça a sustentabilidade financeira de longo prazo. Segundo o presidente, a legislação permite que o governo contrate empréstimos muito maiores, ampliando o espaço para financiamento via dívida.
O presidente afirmou que as regras de gestão do estado devem proteger as gerações atuais e futuras. Ele comentou que, se o estado criar regras que facilitem o aumento de gastos por dívida, todos pagarão o custo dessas decisões no futuro. O presidente havia negado anteriormente que suas ações fossem intencionalmente contra o governo.


