A cultura progressista consolida uma confusão entre grupos oprimidos, os movimentos que os representam e as políticas propostas por eles. Essa indistinção impede o setor de escutar objeções e se adaptar aos novos tempos.
A confusão abrange exemplos como negros, o movimento negro e as cotas raciais, e pessoas trans, o movimento LGBTQIA+ e os banheiros inclusivos. Essas três dimensões tornaram-se indistinguíveis na visão atual.
A falta de separação entre esses elementos impede o progressismo de se desenvolver e de absorver críticas. A análise aponta que essa situação torna a cultura estagnada e isolada, restrita a um nicho específico.

