A promoção de jogos de azar por celebridades e influenciadores levanta questionamentos sobre a ética e o impacto social do vício. A prática, que se assemelha a campanhas antigas de tabaco, gera críticas sobre o lucro obtido com o prejuízo de apostadores.
A publicidade de produtos nocivos, como cigarros, foi amplamente veiculada em horários nobres, enquanto informações sobre os males do fumo ficavam em partes internas de jornais. Essa dinâmica é comparada à atual promoção de apostas, onde figuras públicas divulgam jogos sem apontar os riscos.
Ao promover jogos, celebridades alegam que não obrigam ninguém a apostar e que a atividade não é ilegal. O texto questiona a necessidade de indivíduos com recursos financeiros lucrarem com o prejuízo de seus seguidores. O autor aponta que a situação exige análise sobre a responsabilidade do governo e do Congresso.
A comparação com o vício em tabaco sugere que o reconhecimento da tragédia social leva décadas. O artigo questiona se o país repetirá o mesmo erro com o vício em jogos de azar, exigindo uma resposta das autoridades sobre a regulamentação do setor.

