Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Senador alega perseguição após vazamento de notas fiscais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Senador alega perseguição após vazamento de notas fiscais

Carla Fernandes
Última atualização: 24 de julho de 2026 22:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O senador Flávio Bolsonaro (PL) alegou ter sido vítima de “quebra de sigilo ilegal” após a exposição de notas fiscais emitidas por seu escritório de advocacia em 2025. Os documentos apontam para transações com uma empresa que recebeu repasses do Banco Master. O parlamentar afirmou que está sofrendo uma “perseguição desproporcional” contra ele e o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador declarou, durante uma transmissão ao vivo, que a divulgação de notas fiscais, que só seu escritório ou órgãos públicos como a Receita Federal e a Secretaria de Fazenda do DF possuíam, configura quebra de sigilo ilegal. Documentos mostram que, em 7 de abril de 2025, o escritório emitiu duas notas de R$ 500 mil cada para a Copenhagen Assessoria e Consultoria, as quais foram canceladas no mesmo dia.

Flávio Bolsonaro negou irregularidades e disse que está sendo acusado por não aceitar trabalhar para uma empresa ligada a ex-banqueiro preso por fraudes. Ele afirmou que a situação representa uma “perseguição desproporcional”. Além disso, em abril de 2025, o escritório emitiu outra nota fiscal de R$ 500 mil para a Contábil Correa, pelo serviço de “assessoria jurídica”.

A Copenhagen Assessoria e Consultoria tinha como diretor Artur Figueiredo, gestor da administradora de fundos Trustee DTVM, empresa citada em investigações sobre as fraudes do banco. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito sobre o caso. O senador também mencionou investimentos privados em um filme, referindo-se a repasses de R$ 61 milhões de ex-banqueiro para a produção do longa “Dark Horse”.

TAGGED:Banco MasterFlávio Bolsonaronotas-fiscaisPerseguiçãoPolíticaSTF
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior UFRJ abre sindicância em convênio de R$ 35 milhões
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?