A série documental “Meu nome é Preta” e o filme “Preta — Eu não ando só” trazem à tona a vida social de Preta Gil, reunindo 52 entrevistados e figuras proeminentes da cultura brasileira. As produções, que estreiam nesta segunda-feira, contam com depoimentos de amigos e familiares, como Angélica e Ivete Sangalo.
A série documental “Meu nome é Preta” estreia nesta segunda-feira no Globoplay, com outros três episódios nas segundas seguintes. A produção conta com 52 entrevistados, incluindo Ana Carolina, Carolina Dieckmann, Marina Lima, Monique Gardenberg, Hugo Gloss, Tia Má, Gominho, e familiares como Sandra Gadelha e Flora Gil. A diretora Mini Kerti declarou ter uma “dívida existencial com a Preta”, citando o trabalho anterior com a cantora.
O filme “Preta — Eu não ando só”, que estreia na Tela Quente nesta segunda, foca em imagens íntimas produzidas por Preta após o diagnóstico de câncer. Entre os nomes presentes na produção estão Angélica, Luciano Huck, Ivete Sangalo, Regina Casé e Gilberto Gil. Luciano Huck afirmou que Preta foi “amiga, confidente, madrinha, comadre, parte da nossa família”.
A série também mostra a relação entre Preta e seus familiares, como Francisco Gil ao lado do pai, Otávio Muller, e Alice Carvalho com Danrlei Orrico, devido a relações amorosas simultâneas que Preta teve em seus últimos anos de vida, conforme explicado por Alice.

