Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Suprema Corte suspende lei que isenta ultraortodoxos do serviço militar
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Mundo

Suprema Corte suspende lei que isenta ultraortodoxos do serviço militar

Carla Fernandes
Última atualização: 15 de julho de 2026 16:00
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Suprema Corte de Israel suspendeu a aplicação de uma lei aprovada pelo Parlamento que proibia a prisão de estudantes ultraortodoxos que se recusavam a cumprir o serviço militar. O tribunal determinou que o Estado justifique a manutenção da legislação e que os recursos sejam analisados por um colegiado ampliado de juízes.

A suspensão ocorreu após políticos da oposição, incluindo membros de partidos como Yesh Atid, recorrerem à Justiça. O Knesset aprovou o projeto em terça-feira, com 58 votos a favor e 54 contra. A lei previa que, até 30 de novembro deste ano, estudantes de escolas religiosas em idade de alistamento estariam isentos da prisão por evasão militar.

A medida, defendida pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, visava assegurar o apoio de dois partidos ultraortodoxos antes das eleições gerais marcadas para 27 de outubro. No entanto, a Suprema Corte afirmou que a lei beneficia apenas uma parcela da população e declarou que analisará o caso rapidamente.

Os recursos apresentados sustentam que a legislação é discriminatória e viola o princípio da igualdade. Os autores das ações alegaram que o objetivo real era isentar estudantes de escolas religiosas dos procedimentos criminais de fiscalização, criando duas categorias de cidadãos em relação ao serviço militar.

TAGGED:Israelknessetpolitica-israelenseserviço-militarSuprema Corteultraortodoxos
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ideologia se fortalece quando se pensa em superá-la
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?