A TIM registrou um lucro líquido normalizado de R$ 1,036 bilhão no segundo trimestre de 2026, marcando um avanço de 6,2% em comparação com o mesmo período de 2025. O resultado foi alcançado com o crescimento da receita de internet móvel e fixa, além do controle dos custos operacionais.
O desempenho da operadora foi auxiliado pelo avanço da clientela de banda larga e pela incorporação integral da empresa de tecnologia V8 Tech, o que contribuiu para o aumento do faturamento. O Ebitda normalizado cresceu 7,0% no trimestre, totalizando R$ 3,586 bilhões, elevando a margem Ebitda para 51,5%.
A receita líquida expandiu 5,5%, atingindo R$ 6,965 bilhões. No setor móvel, a receita de clientes pós-pagos cresceu 5,8%, sustentada pelo aumento da base de clientes para 33,6 milhões. Já a receita de pré-pago diminuiu 6,9%, devido à estratégia de migração para planos de maior valor agregado.
O segmento fixo apresentou forte crescimento de 27%, somando R$ 416 milhões. Esse avanço é atribuído à expansão da banda larga ultrafibra, cuja base de clientes cresceu 12,5% em um ano. A companhia investiu R$ 935 milhões no período, o que elevou o fluxo livre de caixa em 10,1%.

