A Ucrânia intensificou os ataques contra a Rússia, ordenando uma campanha de 40 dias contra alvos russos para forçar o fim do conflito. Os golpes atingiram rotas de suprimento em territórios ocupados e causaram crise de combustível no país adversário.
A ofensiva ucraniana, intensificada desde junho, atingiu rotas de suprimento em territórios ocupados, incluindo o Crimeu. Além disso, foram lançados mísseis de longo alcance contra Moscou e São Petersburgo, contribuindo para a crise de combustível na Rússia. Analistas indicam que a campanha resultou em restrições de venda de combustíveis em quase todas as 83 regiões russas.
Enquanto a Ucrânia registra sucessos em território russo, a frente de batalha enfrenta contra-ataques russos. Há preocupação entre observadores de que a cidade de Kosťantynivka, na região de Donetsk, possa cair antes do fim do verão. Especialistas apontam que o avanço russo em Kosťantynivka, que a imprensa internacional descreve como uma ‘porta’ para aglomerações maiores, é lento, mas constante.
Apesar dos avanços russos, a campanha ucraniana pressiona a infraestrutura e a economia russa. Especialistas em estratégia militar comentam que a operação visa um impacto psicológico, forçando a Rússia a lidar com a pressão militar e econômica. O país adversário já admitiu problemas com produtos petrolíferos em fóruns públicos.

