Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Universidade cria banco para proteger ‘DNA’ de queijos artesanais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Universidade cria banco para proteger ‘DNA’ de queijos artesanais

Carla Fernandes
Última atualização: 12 de julho de 2026 05:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Universidade Federal de Lavras (UFLA) criou um banco inédito no Brasil para preservar a biodiversidade microbiana do queijo artesanal de leite cru. O projeto armazena amostras de queijos de diversas regiões de Minas Gerais para conservar os microrganismos que definem o sabor e a textura do produto.

O banco, instalado na Unidade de Recursos Microbiológicos (URmicro), visa proteger a “assinatura microbiológica” de cada queijo. Essa assinatura é um conjunto de bactérias, fungos e leveduras que determina as características sensoriais do alimento. Segundo o professor Luís Roberto Batista, da Escola de Ciências Agrárias (Esal/UFLA), a criação do banco responde à necessidade de preservar essa biodiversidade frente às mudanças climáticas e à valorização do Queijo Minas Artesanal.

Diferente de bancos convencionais, a equipe da UFLA preserva parte do próprio queijo, pois ainda não é possível isolar todos os microrganismos. Amostras são coletadas em diferentes estágios de maturação — frescos, com 15, 30 e 60 dias — e mantidas em ultrafreezers a -80°C. O armazenamento não terá custo para os produtores.

Os pesquisadores utilizam técnicas avançadas, como metagenômica e metataxonomia, para identificar o perfil de microrganismos de cada propriedade, reconhecendo que o terroir é individual. O objetivo é comprovar cientificamente que o modo de fazer o Queijo Minas Artesanal de leite cru é seguro, oferecendo segurança aos produtores.

TAGGED:alimentosBiodiversidadeMinas GeraisPatrimônio Culturalqueijo-artesanalUFLA
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Super App do Inter Centraliza Compras e Serviços Financeiros
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?