Um veterinário em Presidente Prudente, interior de SP, acompanha a recuperação de um filhote de beija-flor resgatado em 12 de maio. O profissional descreve a evolução da ave como constante, mas lenta, mantendo cuidados específicos de alimentação e aquecimento.
O profissional, que assumiu os cuidados do pequeno pássaro, utiliza alimentação específica, uma casinha improvisada e aquecedor para garantir o bem-estar do animal. Segundo o veterinário, o filhote está mais independente, conseguindo se alimentar sozinho em alguns momentos, mas ainda necessita de acompanhamento constante.
A evolução da ave é descrita como lenta, com o início do empenamento e coloração, mas com falta de desenvolvimento em áreas como o pescoço. O objetivo é a soltura no habitat natural, mas o especialista afirma que a demora no empenamento completo gera incerteza sobre a aptidão total do animal para viver sozinho.
A especialista em animais silvestres, Amanda Abonizio, orienta que, em casos de resgate, a primeira atitude deve ser a observação, a menos que o animal apresente ferimentos ou debilidade. Ela reforça a importância de encaminhar o caso a um médico-veterinário capacitado ou órgão ambiental.

