A Walmart, maior varejista mundial, apresenta uma posição defensiva no mercado, com analistas projetando uma alta de 17,8% em suas ações. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento do e-commerce e da publicidade, mesmo com o sentimento do consumidor em níveis de recessão.
A empresa executou estratégias em canais multicanais, publicidade e programas de associação. No primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, a receita atingiu US$ 175,684 bilhões, um aumento de 6,08% em ano contra ano, superando as expectativas. O e-commerce global cresceu 26%, e as vendas do marketplace subiram quase 50%, o melhor resultado em dez trimestres, segundo a empresa.
O CEO John Furner declarou que a abordagem disciplinada fortalece os retornos do negócio. A análise de mercado indica que, de 44 analistas que cobrem a empresa, nove recomendam compra forte e trinta recomendam compra. O cenário otimista aponta para um retorno de 29,74%.
Contudo, há riscos. O fluxo de caixa livre registrou um valor negativo de US$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre de 2027, devido ao aumento de 34,06% em capital de giro. A empresa também enfrenta incertezas regulatórias e tarifas, embora o investimento em automação seja visto como fator de suporte.

