Autoridades de segurança dos Estados Unidos identificaram e neutralizaram ameaças graves contra jogadores e árbitros durante a Copa do Mundo. O relatório detalha planos de ataque a Lionel Messi, que foi alvo de ameaças antes de confrontos importantes, e ações tomadas pelo FBI e pelo Centro para a Cooperação Policial Internacional (IPCC).
Um documento elaborado por autoridades de segurança revelou que houve ameaças direcionadas a atletas e árbitros na competição. Antes da partida entre Argentina e Jordânia, por exemplo, um homem telefonou para o aeroporto de Dallas afirmando que invadiria o estádio com explosivos improvisados e um fuzil, visando Messi. O jogador foi citado como alvo novamente antes do confronto entre Argentina e Egito.
Outros incidentes registraram a vigilância de um homem suspeito que buscava informações sobre o hotel da delegação de Cristiano Ronaldo. A polícia de Houston deteve o indivíduo dois dias após a comunicação da FIFA ao FBI. Em Toronto, outro homem foi preso após tentar entrar no elevador de Ronaldo, alegando querer tirar uma fotografia.
As ameaças não se limitaram aos atletas. O árbitro francês François Letexier recebeu mais de 6 mil mensagens de ódio em seu telefone pessoal, e o árbitro de vídeo (VAR) Willy Delajod também foi alvo de ameaças. Diante disso, as autoridades francesas reforçaram a segurança das residências dos árbitros e de seus familiares, exigindo medidas adicionais de proteção.


