O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que recebeu mais de mil e oitocentas ameaças de morte. A afirmação ocorreu durante transmissão ao vivo no domingo, dia 16, e se deu após o parlamentar defender a classificação de organizações criminosas como terroristas.
A equipe do senador relatou que trinta dessas ameaças geraram investigações da Polícia do Senado Federal, responsável pela segurança do parlamentar em Brasília e em viagens. Segundo o senador, agentes conduziram à delegacia um indivíduo que planejava um ataque em Juiz de Fora, na segunda-feira, dia 17.
A campanha divulgou nota em julho detalhando os registros de temor com a vida de Flávio Bolsonaro. A nota apontou 868 ameaças explícitas, 647 manifestações de incitação à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos ligados a planejamento de ataques.
O coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN), atribuiu as ameaças a grupos de esquerda, classificando-os como mais radicais. O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro também endossou a tese de atentado, ligando o possível ataque a interesses eleitorais.


