O Ministério da Saúde não disponibiliza a terapia para a CLN2, doença genética rara e neurodegenerativa, há quatro anos. O entrave burocrático impede que pacientes tenham acesso ao medicamento, mesmo após sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).
A alfacerliponase, medicamento indicado para tratar a CLN2, foi incorporada ao SUS há quatro anos. A doença provoca a perda progressiva das funções cerebrais em pacientes.
Apesar da incorporação, a falta de disponibilização da terapia aos pacientes persiste devido a entraves burocráticos apontados no sistema de saúde.


