Candidatos à Presidência da República dividiram a agenda de quarta-feira (19) entre entrevistas, atos de rua e compromissos institucionais. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu agenda como presidente, outros nomes abordaram temas como a atuação do Supremo Tribunal Federal e o combate ao crime.
Ronaldo Caiado, do PSD, participou de eventos em Brasília e classificou como inaceitáveis as decisões do Supremo Tribunal Federal. No Fórum CNT de Debates, o candidato criticou o modelo de emendas impositivas do Congresso, alegando confusão entre as atribuições dos Poderes. Caiado defendeu também mudança constitucional para limitar o crescimento das despesas públicas.
Na Paraíba, Renan Santos, do Missão, realizou uma ação para remover uma barricada atribuída ao tráfico de drogas na região metropolitana de João Pessoa. O candidato usou o episódio para defender uma política de enfrentamento às facções, afirmando que não haverá bairro tomado pelo crime.
Romeu Zema, do Novo, concentrou críticas no Supremo Tribunal Federal durante uma sabatina. O candidato defendeu mudanças no processo de escolha dos ministros, como idade mínima de 60 anos, e manifestou desejo por processos de impeachment contra integrantes da Corte.
Pablo Marçal, do PRTB, fez uma sequência de entrevistas, onde chamou Lula de “caloteiro da esperança”. O candidato acusou o presidente de fazer promessas não cumpridas e atacou Renan Santos durante o debate.


