Um homem de 50 anos, condenado a 38 anos de prisão pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen em 2002, começou a produzir e vender conteúdo adulto. Em regime aberto, ele planeja transformar a notoriedade em lucro, preparando a estreia de um perfil na plataforma OnlyFans.
O condenado iniciou a comercialização de vídeos e fotografias por meio de mensagens privadas em redes sociais. Pacotes, que incluíam um vídeo solo e três fotos, eram oferecidos por R$ 120. A negociação ganhou atenção da imprensa após compradores divulgarem capturas de tela das conversas.
Inicialmente, o indivíduo negou produzir conteúdo erótico, mas mudou a versão após ser confrontado com as imagens das transações. Ele admitiu as vendas e explicou que trabalha na produção de novos materiais para abastecer o futuro perfil na plataforma.
Antes dessa mudança, o homem tentava obter renda vendendo quadros, pinturas a óleo e gravuras feitas durante o período em que esteve preso em Tremembé. Ele justificou a nova atividade dizendo que a comercialização das obras não cobria as despesas da casa e do sustento da companheira e dos dois enteados, afirmando que “o recomeço fora da cadeia é muito duro”.

