O condomínio do Edifício Parque, localizado no Parque Guinle, cobra mais de R$ 80 mil em taxas atrasadas do ex-presidente Fernando Collor de Mello. A dívida, referente ao apartamento no 11º andar, cobre o período entre abril de 2025 e abril de 2026.
A ação judicial tramita na 7ª Vara Cível do Méier. O condomínio solicita que Collor seja intimado em Maceió, local onde ele cumpre prisão domiciliar desde maio de 2025. O imóvel, atualmente vazio, pertencia ao pai do ex-presidente, o empresário Arnon Afonso de Farias Melo, e passou a integrar o espólio após a morte dele em 1983.
A cobrança atual é direcionada a Fernando Collor. Ele foi condenado a 8 anos e 10 meses de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em processo ligado a um esquema na BR Distribuidora, quando a empresa era estatal.
A herança inicial foi dividida entre a viúva de Arnon e os filhos Fernando e Pedro Collor de Mello. Pedro denunciou Fernando Collor, então presidente, em 1992, em processo que levou ao impeachment. Com a morte de Pedro, sua parte foi dividida entre a viúva Maria Thereza e os filhos Victor e Fernando Lyra Collor de Mello.


