A Copa do Mundo FIFA 2026, evento com audiência estimada em mais de 6 bilhões de pessoas, funciona como vitrine para demonstrar a IA Híbrida. A tecnologia distribui o processamento entre dispositivos, infraestrutura local e nuvem, ilustrando desafios de operação em larga escala.
A IA Híbrida, conceito aplicado em inovações como Avatares de 3D e Referee View, não depende exclusivamente de ambientes em nuvem. A abordagem distribui o processamento, permitindo que cada aplicação opere no local mais adequado, considerando requisitos de latência, custo e segurança. Erick Pascoalato, diretor de vendas Enterprise e General Manager da Divisão de Infraestrutura de TI da Lenovo, afirmou que a capacidade de orquestrar esse ecossistema definirá a competitividade das organizações.
As tecnologias usadas pela FIFA espelham necessidades de setores regulados, como finanças e saúde. No setor financeiro, por exemplo, a lógica híbrida pode suportar detecção de fraudes em tempo real e análise de risco, mantendo dados sensíveis dentro da organização. Pascoalato explicou que uma infraestrutura capaz de suportar a Copa demonstra aptidão para atender aplicações críticas com rigorosos requisitos de segurança.
A estratégia da Lenovo combina IA pessoal, executada em dispositivos inteligentes; IA empresarial, implementada em infraestrutura dedicada; e IA pública, baseada em ambientes cloud. Pesquisa da Lenovo com executivos latino-americanos mostrou que 97% das organizações pretendem ampliar investimentos em inteligência artificial, e 83% usarão ambientes edge ou on-premises em estratégia híbrida.


