Projeções da Universidade de Boston indicam que os cortes na ajuda humanitária dos Estados Unidos podem ter resultado na morte de mais de 780 mil pessoas. O cenário foi analisado após o desmantelamento da agência internacional de auxílio.
Especialistas apresentaram um cenário diferente da afirmação de um bilionário, que manteve a declaração de que os cortes não geraram vítimas. O executivo afirmou em julho que o custo humano era “zero ponto zero”.
A pesquisa da Universidade de Boston aponta que mais de 780 mil indivíduos podem ter morrido apenas no primeiro ano dos cortes. Este período se iniciou após a posse de Donald Trump, em janeiro passado.
O levantamento detalha que o número de mortes projetadas inclui mais de 500 mil crianças e adolescentes. A análise se refere aos cortes anunciados no órgão de ajuda humanitária dos Estados Unidos.


