A taxa de desocupação diminuiu em treze das vinte e sete unidades da Federação no segundo trimestre de 2026. A queda foi apurada com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em nível nacional, a taxa de desocupação caiu de 6,1% no primeiro trimestre para 5,4% no segundo trimestre. São Paulo registrou taxa de 5,4% no período.
As unidades que apresentaram redução na desocupação incluem Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia (-1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p.), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.).
As demais unidades federativas mantiveram a taxa estável. Os maiores índices de desocupação no segundo trimestre foram observados no Amapá, com 9,8%, e na Bahia, com 9,1%. Pernambuco e Piauí registraram 8,3%.
Por outro lado, as menores taxas foram encontradas em Santa Catarina, com 2,1%, e em Mato Grosso do Sul, que atingiu 2,7%.


