O diretor de futebol do Vasco, Admar Lopes, protestou contra a arbitragem de Matheus Delgado Candançan após a vitória por 1 a 0 sobre o Vitória, nesta quarta-feira, em São Januário. O jogo, válido pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, foi marcado pela expulsão do volante Cauan Barros e por lances contestados pela diretoria.
Lopes classificou a expulsão de Cauan Barros no primeiro tempo como um “erro grotesco” e reclamou de um pênalti não marcado sobre o jogador Spinelli. O dirigente português afirmou que o árbitro possui um histórico de péssimas atuações em partidas do clube e pediu que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reveja a escalação de profissionais para jogos decisivos do Vasco.
A tensão começou ao final da primeira etapa, quando Lopes e o diretor técnico Felipe cercaram Candançan na saída para os vestiários. A segurança precisou conter os dirigentes, e a confusão prosseguiu no túnel antes de ser encerrada.
Nas arquibancadas, a torcida vaiou o trio de arbitragem e lançou copos com bebidas contra os profissionais. Houve gritos de “vai morrer” direcionados aos árbitros, que precisaram de escolta para deixar o campo.
O diretor afirmou que a equipe foi prejudicada, mas conseguiu o resultado positivo. Ele defendeu a isenção da arbitragem para a disputa da classificação no jogo de volta, que ocorrerá em Salvador.
O Vasco precisa de um empate na próxima quarta-feira (2), às 21h30, para avançar à semifinal da competição. Antes disso, o time enfrenta o Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro, no sábado, às 21h20.


