Um incidente em jogo da WNBA na última semana reacendeu debates sobre cultura e expressão entre torcedores. Kasey Thomason e sua filha Annie relataram que a segurança da liga exigiu que elas cobrissem camisetas ao apoiar a jogadora Sophie Cunningham.
As torcedoras estavam presentes no jogo entre Atlanta Dream e Indiana Fever no domingo. Elas afirmaram que, após o quarto período, notaram torcedores adversários vestindo roupas pró-transgênero apontando para elas. Segundo as Thomasons, um funcionário da arena se aproximou e solicitou que elas trocassem para camisetas oficiais da Atlanta Dream ou deixassem o local.
As mulheres disseram que o representante de segurança não vestia uniforme padrão. Elas alegaram que a ordem veio sob a alegação de que alguém considerou as camisetas ofensivas. Annie Thomason contou que, após acatar o pedido, uma amiga de uma das torcedoras pró-transgênero comentou sobre a camiseta trocada.
A WNBA reconheceu posteriormente que seu pessoal tratou a situação de forma incorreta, afirmando que “isso não deveria ter acontecido”. A Atlanta Dream, por sua vez, disse que seus funcionários não participaram da decisão, atribuindo a responsabilidade à segurança da liga.
O episódio segue uma confrontação anterior em outro jogo da liga, onde duas jovens apoiadoras de Cunningham relataram ter sido repreendidas por torcedores pró-transgênero e um sócio minoritário do time. A liga havia multado e suspenso a sócia Celeste Keaton por cinco jogos após aquele ocorrido.


