Um ex-Conselheiro de Segurança Nacional afirmou que a segurança do presidente está em risco devido a decisões judiciais. O relato detalha situações em que o líder foi retirado rapidamente do Salão Oval por ameaças, defendendo a necessidade de reforço na proteção da Casa Branca.
O ex-Conselheiro de Segurança Nacional relatou ter sido chamado rapidamente para locais seguros diversas vezes durante seu mandato. Essas movimentações ocorriam em minutos, pois o presidente tornou-se um alvo frequente de ameaças. O profissional mencionou ter atuado como Envio Especial para Assuntos de Reféns por dois anos antes de ocupar o cargo de Conselheiro.
O relato também abordou um litígio que paralisou a construção de reforços de segurança na Casa Branca. A decisão de um juiz de distrito foi contestada, e o ex-Conselheiro argumentou que o Departamento de Justiça deveria ter convencido os tribunais da urgência da questão de segurança nacional.
A Casa Branca, segundo o depoimento, funciona como centro de comando principal do chefe do Executivo e é um alvo constante de terroristas. O autor frisou que, na era dos mísseis hipersônicos, os tribunais precisam considerar a matriz de ameaças ao avaliar projetos de fortificação.
O ex-Conselheiro concluiu que a obstrução de esforços para proteger o complexo presidencial por questões doutrinárias judiciais é um prejuízo ao país. Ele solicitou que a ordem de suspensão fosse mantida indefinidamente.


